Sou porque somos: o poder do um no todo em tempos de isolamento social
escrito pela palestrante Vanessa Labigalini

 

Quem diria que uma doença infecciosa causada por um novo vírus que nunca havia sido identificado em humanos tivesse o poder de matar, mas também de nos tornar mais…. humanos?

Com a pandemia do coronavírus (COVID-19) e o necessário isolamento social, percebemos na marra a importância de ações coletivas na manutenção da vida de cada um. Para contê-la, quem não trabalha em serviços essenciais para o todo deve ficar em casa e evitar o contato físico – e isso, na prática, está fazendo com que a gente se ligue mais no outro e na gente mesmo.

Aqui eu quero falar de vibração energética, de correntes de fé, da importância do pensamento positivo de cada um para uma mudança concreta no todo. Eu sou uma pessoa que acredita em milagres, que a força da reza e da oração é capaz de mover montanhas. A fé, para mim, é uma combustão, tem poder de dar gás na adrenalina e nos hormônios, o que nos traz uma sensação de profunda alegria. E gente é pra ser feliz!

Estamos sendo chamados a estarmos conectados com quem acredita e pede por um mundo melhor, de paz, que não divide, mas junta mesmo nas diferenças. Você se sente parte dessa corrente? Você se sente necessário a essa corrente? Mas puxa… se já tem tanta gente vibrando, que diferença eu faço aqui? Faz! Acredite que faz! Lógico, se você estiver focado e preparado. A corrente acontece quando todos estão com os pensamentos e finalidades semelhantes para formar uma força espiritual maior, a chamada egrégora, que é a soma das energias coletivas, racionais e emocionais.

A união é forte e necessária. Você deve estar ligado no que você está querendo para poder ligar o outro. Ser parte de uma corrente não é só ser mais um elo dela, é ser a corrente. Todo mundo tem um local e uma necessidade ali dentro e todos os nossos pensamentos se conectam. Uma pessoa infecta a outra!

Mas… como fazer isso? Primeiro, como diz a música, “Olha pro céu, meu amor!” Encontre um ponto de força, concentre-se. Nada de “me dê aí”. Peça para se enxergar além de você, peça para entender de onde você veio para além da ciência e se faça entender. A gente é o nosso templo. Além de mim, do meu material, quando eu me concentro e medito, consigo entender que o ar está presente, por mais que eu não o veja, percebo suas energias sutis.

As pessoas têm necessidade de estar junto, então mesmo que virtualmente, reúna-se em um mesmo dia e horário e entre nessa vibração. Pode ser um versículo da Bíblia, um ponto de umbanda, candomblé, orixá, cântico budista, judaico, rituais de A a Z de toda e qualquer religião. Junte crença e medo. Junte três sem medo, pegue mais três com medo, e vamos juntos.

Não ache que todo mundo é igual. Somos diferentes e é na diferença que podemos crescer. Somos gregários, a gente precisa de aldeia, mas não se acostumou a debater coisas antagônicas. Está aí a grande lição: na escuta! Ouça, espere pelo menos três segundos antes de responder. Que a gente se viralize de escuta! Tem gente adoecendo porque não tem com quem contar. Se você é um bom ouvinte, ligue para outra pessoa e a estimule a falar! Seja o elo. Foque. Converse, peça junto nesse momento único. Entenda que essa vibração é para si e para a geral. No mundo espiritual não é mais um. É um.

A gente precisa saber surfar nessa onda, ficar pronto pro que pode acontecer, e esse é o pensamento positivo, por mais baixas que a gente tenha. Sabe como é que é brasa, né? Não assopra? Acaba.

 

Material criado e fornecido por Vanessa Labigalini para o Diário do Palestrante da Base SA. 

 


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